O empatismo revolucionário é uma doutrina política e teoria política, caracterizada por defender a união da empatia com o revolucionarismo, defendendo o combate ao egoísmo. ao psicopatismo e ao narcisismo, de forma a combater todos os inimigos dos empatas e dos psíquicos-sensitivos. E fazendo a defesa a empatia, a psiquicidade e a sensitividade. Propondo que a melhor forma de mudar a sociedade é por meio do combate ao ego, ao psicopatismo e ao narcisismo, elevando a empatia, a psiquicidade e a sensitividade das pessoas. O empatismo revolucionário também defende o combate ao capitalismo, ao neoliberalismo e ao materialismo (ateísmo / neo-ateísmo), afirmando que ambos são doutrinas que se derivam do narcisismo, do psicopatismo e do egoísmo, havendo a substituição de ambos por uma economia que procura unir o socialismo com o cooperativismo e com o sindicalismo, e trocando o materialismo pelo espiritualismo, também fazendo críticas ao abraãmismo (religiões abraãmicas), afirmando que o abraãmismo é anti-empata, anti-psíquico e anti-sensitivo, procurando superar o abraãmismo por meio do espiritualismo. O empatismo revolucionário também defende a preservação da natureza e do mundo, assim como o uso do psionicismo-extrafisicismo como base para a ciência e tecnologia do empatismo revolucionário.
O castilhismo é o nome de uma corrente política criada por Júlio Prates de Castilhos, cuja corrente defende o nacionalismo, intervencionismo, tradicionalismo e é caraterizado por defender um estado com um poder executivo bastante forte, havendo repressão dos poderes judiciário e legislativo, com forte participação popular, por meio de referenduns e plebiscitos.

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