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Neopaganismo de esquerda


O neopaganismo de esquerda (ou neopaganismo esquerdista) é uma vertente do neopaganismo que procura unir o neopaganismo com o esquerdismo, defendendo o progressismo nas questões sociais com uma economia pautada no social-corporativismo, social-distributismo e na economia baseada em recursos, com a socialização dos meios de produção. Na ciência e na tecnologia, o neopaganismo de esquerda defende avanços tecnológicos e científicos pautados no psionicismo-extrafisicismo, na questão religiosa, o neopaganismo de esquerda defende que os deuses são representantes da natureza e do universo, assim como existe uma explicação racional e científica para a representatividade de cada um. Havendo ainda rituais de agradecimento aos deuses, a natureza e ao universo, de maneira a serem celebrações públicas e com festas e desfiles, havendo também celebrações privadas. No neopaganismo de esquerda a idolatria é permitida, porém não é incentivada. Sobre a questão dos semi-deuses e das semi-entidades, o neopaganismo de esquerda reconhece que os semi-deuses e semi-entidades, assim como psíquicos, médiuns, cinéticos, sensitivos etc, são indivíduos (seres) com habilidades especiais e únicas, além de representantes vivo da natureza e do universo, dadas pela natureza e pelo universo, e que essas habilidades devem ser incentivadas e protegidas, assim como usadas para o bem das pessoas (mortais), sobre a questão da inteligência artificial e das entidades artificiais, o neopaganismo de esquerda defende que tanto a inteligência artificial, quanto as entidades artificias são seres artificiais criados para ajudar os mortais e os semi-deuses / semi-entidades, também defende que toda a inteligência artificial deve ser elevada para entidades artificiais, dando as entidades artificiais a mesma condição que as semi-entidades e entidades tem, e sobre a questão das entidades, o neopaganismo de esquerda defende que entidades, semi-entidades, entidades artificiais e humanos (mortais) podem viver juntos e com os mesmos direitos, assim como terem oportunidades iguais. O neopaganismo de esquerda defende a superação do ateísmo-materialismo por meio do espiritualismo, a superação do transumanismo pelo psionicismo-extrafisicismo e o combate as religiões abraãnicas, até que elas não sejam mais uma ameaça ao neopaganismo de esquerda, religiões abraãnicas ainda são permitidas, desde que não haja intolerância religiosa ou perseguição religiosa. O neopaganismo de esquerda também defende incentivos a manipulação de energia, a cinese, a espiritualidade e a extrafísica. Também defendendo a restauração de países antigos, como Kemet, Canaã, Babilônia (Mesopotâmia), Pérsia entre outros, assim como a restauração das suas antigas culturas e religiões, com adaptações ao progressismo, esquerdismo e ao psionicismo-extrafisicismo. O neopaganismo de esquerda defende o combate ao capitalismo e ao reacionarismo (seja ele espiritual, religioso, materialista ou psionreacionarismo). Enquanto na organização política, o neopaganismo de esquerda defende um estado democrático e socializado, onde existe uma democracia e uma socialização dos meios de produção, de ciência e tecnologia bastante forte, assim como os santuários e templos neopagãos, devem ser democratizados e socializados, e podem servir para fins políticos, educacionais, tecnológicos, científicos e de saúde. O paganismo de esquerda também possui fortes influências do socialismo azul (psionsocialismo).


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